domingo, 15 de setembro de 2013

Passos

Cabeça borbulhando, borbulhando, borbulhas.
Sempre que paro pra pensar penso em cataventos coloridos
Não sei exatamente a razão, mas os cataventos tem qualquer coisa de torpe.

As vezes vejo fitas coloridas.
Sonhamos com tudo tão real, mesmo o imaginário é um real plausível. Afinal, como imaginar um mundo onde não se é? Se se é, se imagina que se é, ou... espere. Que confuso! Será que não sou mas imagino que sou?

Enfim.
Tentamos enxergar além das cascas.
Medo de sentir medo.
Medo de não sentir medo.

Talvez a alegoria de Jesus caminhando sobre as águas seja uma maneira de dizer que era um homem que sabia lidar com suas inseguranças. Como caminhar com certeza sobre um caminho de vida mais fluido e mais bravio do que o pior dos mares?

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