Buraco na carne, preenchido com um material da industria contemporânea: polímero.
Um símbolo do vazio interno, preenchido pela falta de ideal da produção: consumir para esquecer e apaziguar.
Talvez um pouco de dor e adrenalina comprados, para, ao mesmo tempo, complementar e identificar, a ideia momentânea com o cotidiano.
Tudo bem, tudo bem, só se tem vinte e dois uma vez.
E o engraçado é que agora sinto a necessidade de ser mais velho do que nunca.
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