sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Burro. Bundão. Bebe.
Por que você acha que ninguém suporta ficar ao teu lado?

Você é fardo.
A vida ao seu lado se torna massante, enfadonha, monótona.
Sempre mesmice, sempre as mesmas reclamações estúpidas e auto piedosas.

Burro. Bundão. Bebe.
Até quando?
Tudo é culpa sua, só sua.
Você deixou escapar a melhor das melhores.
Você jogou tudo no lixo com seu vazio.

Corrói todo o bom que há a sua volta.
Traz as pessoas que você ama para baixo.
Vive sorrateiramente, se esconde de si mesmo.
Até quando?

Burro. Bundão. Bebe.
Se pergunta: Como posso competir? O que posso oferecer?

Nada.
Você é vazio.
Você é estranho.
Você é o potencial abortado.
Uma vergonha pra si mesmo.
Prefere ficar escrevendo mais linhas de auto degradação, para aliviar a culpa que tem de tudo.

Você ainda se surpreende?
Por que sente a perda?
Você pediu pra isso.
Você foi avisado.

Sua monotonia abundante, sua passividade.
Tão imaturo, tão idiota.
Como você conseguiu ser tão burro?
Como consegue ser tão bundão?
Age como se fosse um bebe.

Pra tudo precisa de apoio, pra tudo precisa de ajuda.

Não é a toa que tem medo de avançar em áreas fora da sua zona de conforto.
Você tem vergonha de si mesmo, e sabe que não tem nada demais a oferecer.
Com tantos vencedores, quem quer ficar ao lado do perdedor?
Ninguém mais quer perder tempo trazendo peso morto.

O que você espera com este texto?
Talvez uma retorno por dó ou piedade?
Você é mesmo um idiota.
Não há mais volta.
Você já foi deixado pra trás.
Pois você é burro.
É bundão.
É um bebe.

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