E eu manipulo tudo isto, me transvisto, e faço o melhor que a mente pode fazer quanto há antinomia da realidade e o desejo, e sempre há: Fantasio. Minto. Invento. Deturpo.
A meia calça.
O espartilho.
Luvas.
Talvez uma seda oriental?
Ah, como sou superficial, depois de tudo.
Que saudades de uma boa conversa, deitado e solto, num canto da casa, com a liberdade de duas mentes abertas, com um abraço, um toque, e no fim das contas, toda a melancolia e a 'loucura', se resumem em solidão. Para sempre, e sempre, e sempre.
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